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sexta-feira, 23 de março de 2012

Rio Boat Show 2012 - Esta chegando a hora!




Do Boat show


O Rio Boat Show 2012 começa em menos de um mês. Será uma semana do maior salão náutico outdoor da América Latina que, pela primeira vez, ocupará os galpões do Píer Mauá (Avenida Rodriguez Alves, 10, Praça Mauá), de 12 a 18 de abril, no coração do porto do Rio de Janeiro.

O novo endereço totaliza 45 mil metros quadrados, com três grandes pavilhões climatizados a serem ocupados por cerca de cem expositores. Mais de uma centena de barcos estarão expostos na água. Este layout facilitará a comparação das embarcações, já que lanchas e veleiros estarão lado a lado, tanto em mar como na parte seca.

Na sua 15ª edição, o importante salão apresentará o melhor da indústria náutica nacional e internacional. Como é tradição no Rio Boat Show, muitos estaleiros terão barcos disponíveis para test drive. Além de barcos de 2,5 a 31 metros de comprimentos, o evento mostrará muitos lançamentos em equipamentos e motores.

As tradicionais palestras, ministradas por especialistas e navegadores, também estão na programação da maior exposição de barcos na água do país. Não perca!




Novidades a vista no Rio Boat Show 2012


Além da mudança de local, da Marina da Glória para o Pier Mauá, outras novidades já começam a ser anunciadas para o Rio Boat Show 2012, que acontecerá entre os dias 12 e 18 de abril. Pela primeira vez uma edição do maior salão náutico outdoor da América Latina vai receber o iate Leonardo 100, do estaleiro italiano Azimut.

A novidade será apresentada pela YachtBrasil, conforme adiantou o CEO da empresa, Giovanni Luigi, durante o coquetel de lançamento do próximo Rio Boat Show, na última terça-feira no Pier Mauá. Além da Azimut, a YachtBrasil participará do evento com modelos Atlantis e Sea Ray.

Também durante o coquetel, o vice-presidente da Sessa Marine, Massimo Radice, informou que fará o lançamento da primeira lancha do estaleiro italiano com flybridge em águas brasileiras, a Sessa F45. Além deste, o estaleiro apresentará muitos outros modelos, inclusive feitos na fábrica brasileira de Santa Catarina.

Um sofisticado Grand Soleil de 46 pés será uma das novidades entre os veleiros a serem expostos no Pier Mauá. O português Rui Pimenta, da Descobre Ventos, conta que, neste seu segundo ano com barcos no Boat Show, vai expor outros três veleiros Bavaria e Dufour.

 


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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Consorcio Nautico - Motores Evinrude


Consórcio Motores Evinrude

O MUNDO É NOSSO PARQUE DE DIVERSÕES

Nada é mais valioso que nossa hora de lazer. É por isso que a BRP trabalha continuamente para encontrar formas novas e melhores de ajudar você a usufruir seus esportes a motor preferidos. Da neve à água, na estrada e fora da estrada, nossa paixão pela aventura é o combustível para as inovações que resultam no máximo quando se trata da experiência de nossos clientes com esportes radicais.



MOTORES MAIORES. MAIOR LIDERANÇA.

Maior cilindrada, maior torque, maior velocidade máxima superior que qualquer outro concorrente da classe V-6. Sim, é o motor 250 hp H.O. e os motores de popa Evinrude de 300 hp. Apresentando um conceito eficaz, incluindo caixas de câmbio especiais de alto desempenho e avançados injetores de combustível.





MAIS RECURSOS.

Motores de popa Evinrude de 130 hp e 115 H.O. V-4s. Com uma válvula de exaustão de ajuste variável para aumentar o torque em baixas rotações e a velocidade máxima em altas rotações superior, juntamente com o novo design de capô para redirecionar o fluxo de ar, o que proporciona mais potência e maior desempenho.




MOTORES PEQUENOS. MAIOR DESEMPENHO.

As opções de motor de popa Evinrude BRP 13 na faixa de 25 a 30 hp são leves e robustas, com farto rendimento elétrico e a menor velocidade giratória que de qualquer outro motor de popa da classe. Os manetes de cana do leme ergonomicamente ajustáveis proporcionam maior conforto e melhor manuseio. E a Ignição por descarga indutiva permite maior vida útil da vela de ignição e funcionamento mais suave, enquanto a miniválvula de liberação de pressão remove a maior parte da areia e outros entulhos para tornar a durabilidade excepcional.




quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Consórcio Lanchas Coral




Lanchas Coral

Fábrica


Fundado em 1990 fabricando embarcações de pequeno porte nosso estaleiro evoluiu ao longo destes 21 anos alcançando a excelência e ganhando espaço no seguimento náutico de embarcações luxo até 46', tornando-se um dos mais respeitados estaleiros do Brasil. Temos como objetivo oferecer lanchas com alta qualidade com 5 anos de garantia estrutural baseadas no conceito de fabricação "woodfree" que consiste em não usar madeira na fabricação. Este conceito também otimiza a navegabilidade, o espaço interno e acabamento do casco e convés. Design atual é quesito básico em nosso conceito de fabricação, assim privilegiamos a segurança, o conforto e a vida à bordo dos proprietários das lanchas Coral. Estamos em franca ascensão inovando e buscando novas tecnologias para estarmos sempre um passo à frente da concorrência, pois o diferencial é que nos destaca no mercado. Desenvolvemos um novo conceito no mercado náutico, fabricando embarcações de 24, 27, 28 e 31 com PROA ABERTA E CABINE uma única embarcação.
Prova disso é o sucesso do lançamento da Coral 27, as novas formas das Coral 28, Coral 31 e Coral 34, além dos mais aguardados lançamentos, a Coral 24 e Coral 31C.
A Lanchas Coral garante a satisfação de seus clientes no que diz respeito à relação custo/beneficio, além do acompanhamento no processo industrial, desde o projeto dos seus sonhos para navegar, até sua entrega. Conheça os detalhes e diferenciais da linha Coral, com certeza um deles foi feito sob medida para você.

Fonte: Site www.lanchascoral.com.br








Assistência Técnica


A assistência técnica Coral oferece a você toda comodidade de atendimento e a excelência em serviços, sejam eles pequenos reparos ou reforma completa de sua embarcação. Usamos as melhores matérias primas, os melhores acessórios e também empregamos mão-de-obra especializada e preparada para todo tipo de reparo em fibra de vidro, sistema elétrico, montagem e acabamento de sua embarcação. Temos como meta a satisfação do cliente bem como a prestação de serviços de excelência. Realizamos roteiros semanais no litoral do sudeste e atendemos a outros estados do Brasil sob consulta prévia.

E você, cliente Coral proprietário das embarcações Coral 34, Coral 41 e Coral 43, solicite um orçamento sem compromisso para instalação do novo para brisa exclusivo Coral que modernizará sua embarcação de acordo com as novas tendências de design do mercado náutico.

Fonte: Site www.lanchascoral.com.br














domingo, 13 de novembro de 2011

Luxo Total - Consórcio Náutico

Intermarine 68S

A Intermarine 68S representa o ponto máximo na evolução náutica mundial. Reúne alta performance, elegância, paixão, sensualidade e comodidade absoluta. Um barco que oferece esportividade com todo o conforto de uma cabinada.



Comprimento Total: 20,60 metros (67,58 pés)
Boca Máxima: 4,90 metros (16,08 pés)
Calado: 1,50 metros (4,92 pés)
Peso Total Seco: 28 toneladas
Motorização: 2 x MAN 1550 hp
Velocidade Máxima: 40nós
Velocidade de Cruzeiro: 33 nós
Tanque de Combustível: 2.700 litros
Tanque de Água: 835 litros
Cabines: 2/3 + 1
Leitos: 4/6 + 2

A Intermarine é a marca mais prestigiada dos mares brasileiros.

O estaleiro, líder em embarcações de luxo no Brasil, já produziu e comercializou milhares de unidades, desde sua fundação, em 1973.
São mais de 50 mil m2 de instalações, onde são construídas embarcações de classe mundial. A cada lançamento, a Intermarine estabelece novos padrões de estética, engenharia e tecnologia. São inovações sem precedentes no mercado náutico e que agora ganharão os mares de todo o mundo.
O design inconfundível, a performance excepcional, a sofisticação, a alta qualidade de construção, a assistência técnica eficaz e o melhor valor de revenda, tornam aIntermarine incomparável.

DiferenciaisIntermarine: sinônimo de segurança, tecnologia e qualidade

Em um espaço com mais de 50 mil m2, o mais admirado estaleiro de luxo do Brasil reúne uma equipe de colaboradores, sempre atualizados com as mais novas tendências mundiais do setor náutico.
Com engenheiros, técnicos e designers de competência internacional, a Intermarine produz a mais completa linha de embarcações do Brasil, sempre aliando qualidade e requinte à performance e segurança – quesitos que se tornaram sinônimo da marca.
Reconhecida por um design moderno e elegante, a Intermarine é sinônimo de desempenho e segurança. Cada embarcação produzida passa por rigorosos testes antes de chegar aos clientes. Além dos convencionais ensaios realizados no mar, todos os modelos são testados em um tanque de 400 mil litros de água – projetado especialmente para o estaleiro –, o que permite checar a resistência hidrostática e o funcionamento de máquinas, sistemas e motores.
Como nos maiores estaleiros do mundo, a Intermarine utiliza o processo de infusão de fibras e resinas para laminação de cascos – desenvolvido em parceria com a DIAB-Barracuda. Esta tecnologia proporciona benefícios exclusivos, incluindo maior resistência das embarcações, menor tempo de construção e significativa redução de peso – que, além de preservar o meio ambiente, ainda gera uma grande economia de combustível.
Além de tudo isso, ao receber uma Intermarine, a tripulação e os proprietários contam com apoio de uma equipe especializada que oferece treinamentos exclusivoscom detalhes de todos os sistemas da embarcação.

Uma Nova Era

Intermarine aliou-se aos mais renomados estúdios de design internacionais para conceber sua nova linha de embarcações: BMW Group DesignworksUSA e Luiz de Basto Designs. Os novos modelos, além de altamente inovadores, apresentam a identidade inconfundível que será adotada na nova geração da Intermarine e trazem estilo e soluções sem paralelos em todo o mundo.






















A preocupação da Intermarine com os impactos socioambientais de suas operações 
começou muito antes do tema se tornar uma pauta mundial.

Mesmo diante de grandes desafios, o estaleiro mantém a busca permanente por processos cada vez mais modernos, de acordo com os exigentes padrões internacionais de segurança.
Entre as tecnologias adotadas para reduzir o impacto ambiental da produção e do uso de suas embarcações, destaca-se a laminação de cascos por infusão. Este processo diminui a emissão de gases e partículas e ainda permite produzir embarcações mais leves que consomem menos combustível. Além disso, todos os motores utilizados nas embarcações Intermarine atendem às exigentes especificações européias de emissão de gases e poluentes.






sexta-feira, 4 de novembro de 2011

LUXO A vida com estilo - BRASIL NAUTICO


Estaleiros nacionais e estrangeiros projetam um bom final de ano em vendas e crescimento do mercado, que pode dobrar nos próximos anos

Soraia Yoshida
  Divulgação
O barco Prestige 500S da francesa Jeanneau: investimento em revenda e serviços para crescer no Brasil
Italianos, franceses, americanos, ingleses, todos estão buscando uma fatia do mercado náutico brasileiro. Que, considerando-se as projeções de estaleiros nacionais e estrangeiros reunidos para a São Paulo Boat Show 2011, tem capacidade para dobrar nos próximos cinco anos. Os principais fabricantes, representantes de barcos e de acessórios apostam no crescimento vigoroso do setor e na sedimentação do Brasil como maior mercado latino-americano – inclusive com reforço na exportação de produtos aos países do continente.
“O mercado saiu de um crescimento de 10% ao ano nos últimos cinco anos para se tornar cada vez mais profissionalizado e maduro”, afirma Eduardo Colluna, presidente da Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar). A exceção foi 2009, em que o mercado estagnou, o que pode ser considerado um fato positivo, levando-se em conta que na Europa e nos Estados Unidos registrou-se uma queda vertiginosa. A economia brasileira, motor da recuperação, é responsável não apenas pela ampliação do setor, como pela “popularização” entre a chamada classe média. O comprador de pequenos barcos encontra hoje uma disputa em financiamentos, principalmente entre os bancos Santander e Bradesco. “Deixamos de ser vistos como um setor somente para o muito rico para sermos vistos como geradores de emprego desde a base da pirâmide”, diz Colluna.
A presença do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, na abertura do evento, pode ser lida como sinal de prestígio e desse entendimento. Da mesma forma, o crescimento mais disseminado pelas regiões, principalmente Nordeste, sinaliza que há muito espaço a ser explorado. “Nós estamos crescendo na velocidade do Nordeste”, afirma Marcello Sestini, diretor comercial do estaleiro Ecomariner. Sediada em Recife, com uma produção de 120 barcos por ano, a empresa percebeu a arrancada do setor na região e se beneficiou. Agora, quer mais. “No último ano e meio triplicamos o tamanho da fábrica, melhoramos projetos e agora estamos buscando uma distribuição melhor pelo país”, diz Sestini.
  Divulgação
Iate Azimuth 103SL, da Benetti: luxo e velocidade que atraem comprador brasileiro
Há quem seja ainda mais otimista. O grupo YachtBrasil, que representa e fabrica barcos Azimut, da italiana Benetti, e traz a americana Sea Ray, está projetando um crescimento entre 20% e 30% este ano. Com 12 marinas de atendimento espalhadas pela costa brasileira, a empresa está construindo um polo náutico em Itajaí, Santa Catarina, para ampliar sua produção. Seu poder de fogo ainda está muito concentrado na importação, afetada pelo aumento no imposto de importação decretado pelo governo. Pelo menos durante alguns meses, a YachtBrasil vai segurar os preços e absorver o impacto. “O governo acha que assim está ajudando a indústria nacional, mas no final quem sofre é o cliente”, diz Giovanni Luigi, presidente da YachtBrasil. Segundo ele, somente os estaleiros nacionais não têm condições de absorver a demanda atual. “Nós também geramos empregos e impostos antecipados e à vista”, diz.
O grupo aproveita a feira para lançar outros negócios, direcionados ao mesmo consumidor potencial de barcos. Além de oferecer assessoria para financiamento e um consórcio com prestações de até R$ 2.700 ao mês, a YachtBrasil ainda promove a compra-venda-troca de barcos, helicópteros e agora até aviões. “O cliente é o mesmo, então se nosso cliente quer dar um helicóptero de entrada na troca do barco, nós fazemos negócios”, diz Luigi. Essa disposição de oferecer diferentes soluções ao consumidor garante clientes fiéis (“mais de 40% de nossos clientes volta a comprar conosco”) e ajudou o grupo a fechar um faturamento de US$ 850 milhões no ano passado. O objetivo agora é chegar a US$ 1 bilhão em cinco anos.
  Divulgação
Iate Squadron 58 da Fairline: lançamento no Brasil
“O mercado náutico brasileiro vai bem, muito bem”, sintetiza Ubirajara Guimarães, sócio da Fairline no Brasil. “O que precisa agora é uma coisa que o próprio mercado vai exigir, que é qualidade”. A marca inglesa busca se diferenciar com acabamento, acessórios e tecnologia que levará a empresa a ampliar entre 10% e 15% suas vendas por aqui. “O barco deixou de ser um item apenas de lazer para se transformar em uma ferramenta de negócios, então começa a ser interessante para muitas empresas”.
E põe interessante aí. A francesa Jeanneau aproveita a Boat Show para divulgar mais seus iates da linha Prestige. A empresa já comercializava seus veleiros através da MD Bally, mas decidiu investir também em iates na Ásia e América do Sul. “O Brasil representa para nós uma grande oportunidade”, afirma Jean-Paul Chapeleau, diretor-geral da Jeanneau. “Temos certeza que será o maior mercado da América Latina”.
A estratégia da Jeanneau para ampliar seu market share é criar sua rede de serviço nos próximos meses, com mais revendedores. Até junho do ano que vem, a companhia estaria disputando o mercado de igual para igual com outras marcas. Mesmo um revés, como o aumento do imposto de importação, não demoveu a Jeanneau do investimento. “Temos os produtos certos e faremos o possível para desenvolver o mercado”, diz Chapeleau. “Estamos aqui no longo prazo e queremos ser um dos players importantes no país”. 

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domingo, 9 de outubro de 2011

Clube do luxo


Magnatas brasileiros já podem dividir Ferraris, jatos e iates. O título do clube Four Private Group pode custar até R$ 4,75 milhões

Por Letícia Moreli

Clique e ouça um resumo da reportagem

Que tal ser sócio de um clube exclusivo em que, em vez de dividir com amigos o uso de campos, quadras e piscinas, você compartilhe o volante de uma Ferrari, a direção de uma lancha superesportiva ou o manche de um jato executivo? 
A possibilidade de cotizar o usufruto desses brinquedos de luxo, comum em países desenvolvidos, como a Inglaterra, acaba de chegar ao Brasil. O novo Four Private Group, inaugurado em outubro em São Paulo, permite aos cotistas milionários dividir a utilização de bens que custam de R$ 500 mil a R$ 19,5 milhões. 
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Ricardo Jardim, presidente do Four Private Group
Não que eles não tenham dinheiro para comprá-los – a capacidade financeira para tanto é um pré-requisito do clube. A proposta é atrair quem não abre mão dessas joias, mas também não quer ter a dor de cabeça habitual dos proprietários tradicionais. 
“Nosso foco é no consumidor que não quer ter o custo da manutenção nem quer arcar com o prejuízo da depreciação”, explica o empresário Ricardo Jardim, presidente do Four Private Group.
O clube do luxo é um negócio da RS Administração e Participações Empresariais S/A, que controla a Companhia Paulista de Energia (Copen), a Copen Geração, a Itanhangá (empreendimento imobiliário) e a Pextrol (distribuidora de petróleo).
Jardim também é o CEO da Copen e, portanto, conhece bem as necessidades dos executivos, empresários e investidores que formam o público-alvo do Four Private Group. Como o próprio nome indica, o programa se baseia na locação de bens exclusivos de forma compartilhada por, no máximo, quatro pessoas. A ideia foi inspirada em outras agremiações similares, como o Classic Car Club, de Londres. 
Nele, apaixonados pelas quatro rodas realizam o desejo de pilotar saudosos bólidos, a partir de uma taxa anual, como um Ford Mustang conversível, de 1969. 
O sistema brasileiro oferece a locação de carros (batizado de segmento GT), barcos (Sea) e aeronaves (Air).  Os prazos dos contratos variam de 18 a 24 meses, para carros, e 72 meses para barcos e aviões. A adesão custa de R$ 289 mil a R$ 4,75 milhões e a mensalidade sai a partir de R$ 14,5 mil. 
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Os cotistas de carro recebem, a cada semana, um modelo diferente (dentre quatro possíveis). Se o sócio reside em São Paulo o veículo é entregue onde for determinado, sem cobrança de taxa. 
Cada sócio pode usufruir do modelo de quinta a domingo e toda semana se faz um rodízio completo. Assim, todos os membros do clube usam todos os carros disponíveis durante o mês. 
Com as aeronaves, o tempo de uso é de sete dias por mês para cada sócio. Já quem quiser pescar ou organizar um jantar romântico em alto-mar terá de quinta a segunda para desfrutar do barco (uma vez por mês). 
Em caso de acidentes com culpa do condutor, este cederá seu direito de uso nos meses seguintes aos outros três para compensar o tempo perdido com os consertos.
A atual frota de carros do Four Private Group é formada por quatro modelos esportivos, que, com certeza, protagonizam os sonhos de muitos executivos: uma Ferrari F430 Spyder, uma Mercedes SL AMG, uma Maserati e um Mini Cooper Cabrio.
Para os amantes da vida no mar, a empresa está fechando a compra de um iate Numarine de 78 pés, com quatro cabines, que custa cerca de R$ 12 milhões. O modelo ficará ancorado em Angra dos Reis e estará disponível a partir do primeiro trimestre de 2011. 
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O jato Legacy 650 da Embraer e o iate Palmer Johnson de 135 pés estão previstos para chegar em 2011. A Maserati já está
à disposição dos interessados no Club GT (só de carros). Até o fim do próximo ano, o Four Private Group deve ter uma frota de 24 carro
No pacote da embarcação, já estão embutidos tripulação, seguro e a vaga na marina. Os sócios do superclube poderão alçar altos voos na primeira aeronave já adquirida pelo sistema, o jato Phenom 300, da Embraer (avaliado em R$ 19,5 milhões), também em 2011. 
O avião ficará estacionado em um hangar de Jundiaí, com tripulação a postos para embarcar em viagens nacionais e internacionais. Para o próximo ano, está prevista a chegada de um Legacy 650 e do luxuoso iate Palmer Johnson, de 135 pés, que será o primeiro a desembarcar no Brasil. 
O preço do mimo? “Cerca de R$ 70 milhões”, diz Jardim. “Também estão na nossa lista de futuras aquisições veículos das marcas Bentley, Lamborghini e Aston Martin, entre outras”, diz.
Para tornar-se um locatário-cotista, o interessado tem de estar com a carteira de habilitação em dia e sua situação financeira deve ter potencial para adquirir o valor total do bem a ser contratado. 
“São muitas as vantagens do programa com relação à compra ou ao leasing”, afirma Jardim. “Primeiro, não cobramos juros. Para se manter um grupo de carros como o GT seria necessário gastar cerca de R$ 500 mil, em dois anos, só com seguros e IPVA. 
Sem contar os gastos com manutenção.” Mesmo com somente três cotistas atualmente, Jardim acredita que a empresa será autossustentável até o fim de 2011. “Até lá, teremos uma frota de 24 carros, três iates, três aviões. A meta é fechar 48 contratos de locação. O Brasil tem mais de 150 mil milionários. É para este público que estamos olhando.”

Noticia Dinheiro Isto é




domingo, 18 de setembro de 2011

São Paulo Boat Show 2011





São Paulo BoatShow 2011


Consórcio Nacional Náutico

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